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Corte e costura...

Vivo no presente, o passado está lá atrás, e é lá que pretendo que ele permaneça...o futuro virá e aqui estou eu de braços bem abertos e com um largo sorriso no rosto, ansiosamente à espera de o receber!

Corte e costura...

Vivo no presente, o passado está lá atrás, e é lá que pretendo que ele permaneça...o futuro virá e aqui estou eu de braços bem abertos e com um largo sorriso no rosto, ansiosamente à espera de o receber!

Eu e o mundo...

Fevereiro 11, 2014

Sem voltar atrás...

Se não puder escrever e falar sobre o que penso, sobre o que sinto, sobre a vida, sobre as pessoas, sobre este mundo retorcido, cortem-me as mãos e, por via das dúvidas, cosam-me a boca também. De outra forma, não vou calar-me!

 

 

Eu não sou sábia, não sou não senhor, sou é demasiado expressiva, o que por vezes, pode revelar-se uma catástrofe.
Por mais que me esforce (e acreditem que o faço muitas vezes), não consigo camuflar a minha felicidade ou o meu desagrado. Por outro lado, não quero mascarar as minhas emoções porque de nada me serviria, e muito honestamente, não tenho lá muito jeito para a hipocrisia.
Há um motivo para cada emoção. Há fundamento. Há sempre um porquê por detrás de cada reação. São o espelho da minha genuinidade, e não vou esconder-me do meu próprio reflexo.
Talvez aqui a rapariga que se julga muito esperta, vivesse mais anos se conseguisse manter a apatia e a inércia a cada acontecimento, não me desgastava tanto, não me preocupava tanto, não sofreria tanto. Estaria a evitar o stress provocado por forçar cada fibra do meu corpo a reprimir aquilo que me é natural...só que isso não me é possível fazer...lamento!
Por que raio hei-de eu sorrir aparvalhada, quando o assunto me parece absolutamente escabroso? E por que razão haverei de franzir o sobrolho perante o ridículo que inspira a gargalhada? Não faz sentido, pode ser útil, por evitar conflitos ou discórdias, mas o que seria da vida sem um bom debate de ideias ou de ideais?
Devemos ser corretos e coerentes com os outros, mas sobretudo, connosco mesmos.
Não disponho dessa apregoada virtude que é o saber quando devo ficar calada, pensei que chegaria a mim com o correr da idade, com o conhecimento e com a experiência. Torna-se claro todos os dias que isso nunca vai acontecer.
Essa história de eu ter de adaptar-me ao mundo, não entra na minha cabeça.
Nada é mais importante do que a minha consciência, o meu sentido de justiça, o meu bem estar a todos os níveis, só que nem sempre consigo encontrar esse estado!
Quanto ao resto, são detalhes.
E essa história do mundo...a verdade é que o mundo tem muito mais a perder ao não reconhecer-me, do que eu teria a ganhar se me adaptasse! {#emotions_dlg.blink}

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