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Corte e costura...

Vivo no presente, o passado está lá atrás, e é lá que pretendo que ele permaneça...o futuro virá e aqui estou eu de braços bem abertos e com um largo sorriso no rosto, ansiosamente à espera de o receber!

Corte e costura...

Vivo no presente, o passado está lá atrás, e é lá que pretendo que ele permaneça...o futuro virá e aqui estou eu de braços bem abertos e com um largo sorriso no rosto, ansiosamente à espera de o receber!

“Emmanuelle” (Parte I)

Julho 25, 2013

Sem voltar atrás...

(...)”os joelhos de Emmanuelle estão expostos sob a luz dourada emanada pelos difusores(...)pouco a pouco, ao mesmo tempo que a superfície dos lábios se humedecia, os seios aumentavam de volume e as pernas estendiam-se, atentas ao mínimo contacto, o cérebro começou a delinear imagens, de começo quase sem contornos, mas que bastaram para lubrificar-lhe as mucosas e arquear-lhe os rins(...)uma onda de calor subia-lhe ao longo das pernas, partindo dos joelhos, repercutindo-se, inexoravelmente, pela superfície das coxas, cada vez mais acima, envolvendo Emmanuelle numa doce agitação(...)Os fantasmas começaram a surgir com carácter obsessivo: lábios que lhe pousavam na pele, órgãos sexuais de homens e mulheres (cujos rostos se mantinham ambíguos), falos, ansiando tocar-lhe, esfregar-se nela, conseguir passagem entre os seus joelhos, apartando-lhe as pernas e penetrando-lhe o sexo com esforço, que a inundavam de prazer. Os movimentos definiam-se por um avanço permanente; não voltavam atrás; enterravam-se, uns após os outros, no corpo desconhecido de Emmanuelle, pelo estreito caminho que não se cansavam de explorar, dando a sensação de jamais encontrarem uma barreira ao percurso efectuado, avançando infinitamente no interior dela, saciando-a de carne e inundando-a de sucos com sabor a eternidade(...)a mão direita desliza agora, muito devagar, ao longo do ventre, detendo-se ao alcançar a altura do púbis, sob o cobertor leve, que tal percurso fazia ondular. Mas quem poderia vê-la nessa penumbra? Com as pontas dos dedos explorava, pressionava a seda macia da saia que, de tão justa, impedia que as pernas se abrissem; estas foram esticando o tecido no esforço para se separar, até que, por fim, concederam a passagem suficiente para que os dedos sentissem, através do tecido delicado, o botão de carne em erecção, que eles procuravam e que apertaram docemente(...)tentava retardar o final. Mas, em breve, não o conseguindo, começou com um gemido abafado, a imprimir ao dedo médio o impulso, cuidadoso e suave, que deveria levá-la ao orgasmo(...)mordendo os lábios para conter o soluço que lhe subia da garganta, os rins arqueados, ofegava no desejo do espasmo que terminara”(...)

 

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