Sábado, 8 de Outubro de 2011

Mecanismos de defesa!

Definitivamente, eu não tenho nenhum problema! Nem físico nem mental, não tenho deficiências de personalidade(digo eu), não tenho falhas de auto estima... O que eu tenho na realidade, e penso que a isso ninguém pode chamar de problema, é um sistema de alerta, no mais profundo do meu cérebro que me impossibilita de avançar em situações que as luzinhas aparecem cor laranja, a atirar para o vermelho... Que significa... "S", é hora de recuar! Isto é mesmo real, quem estiver a ler isto deve achar que estou louca, mas não!!! Chamem-lhe o que quiserem, mas para mim, a minha intuição será sempre o mais fiel e seguro dos alertas! Mecanismos de defesa! Já assim lhe chamaram... Talvez até seja, mas facto é, que nunca me traíu... Pronto ok, confesso, já fui traida uma série de vezes!

 

Dizem-me que sou pouco lutadora... Acham mesmo??? Vivo sozinha com a minha pequena "M", sobrevivo a uma quantidade de despesas com um rendimento que enfim... Nem vou comentar, tenho uma casa que comprei sozinha, tudo o que está cá dentro, adquiri sozinha, faço mensalmente uma ginástica brutal para os "tostões" chegarem até ao final do mês e depois ainda me dizem... "És pouco lutadora?" Mas no fundo eu sei o porquê deste tipo de afirmações, porque eu não corro atrás de ninguém que não quer estar comigo (a maioria das vezes), porque quando o sistema começa a piscar, eu salto fora de situações duvidosas, porque tenho o meu orgulho, a minha dignidade, porque sou muito mais eu, desde que me comecei a respeitar por aquilo que sou, e não por aquilo que pareço! Estou sozinha? Sim estou... Não por opção, mas pela partida que a vida me pregou e que infelizmente não tive jogo de cintura, nem sensatez para perceber a cor das luzinhas que estavam a piscar!

 

Sabem que mais? Não gosto de estar sozinha... Estar sozinha é uma merda!!! A pequena "M" preenche a minha vida, preenche os meus dias, mas os seus  beijos, os seus abraços e os seus carinhos, não preenchem a falta duma companhia! Regra geral eu estou quietinha no meu canto... Pessoas aproximam-se, mas nunca ficam por muito tempo, vá-se lá saber o porquê! Como dei início a esta conversa, eu não tenho nenhum problema... Sou uma mulher normalíssima, igual a tantas outras, tenho um discurso simples e fácil de entender, não minto aos homens que se aproximam de mim (se calhar tenho que começar a fazê-lo), por tudo isto e mais uma quantidade de coisas, estou a atravessar uma fase que tenho alguma dificuldade em perceber se o problema estará em mim? Pessoas a convidarem-me para sair não tenho falta, pessoas a quererem passar uma noite comigo, também não... O problema então só pode ser meu... Certo? Não me parece... Vejam se percebem, eu tenho um tendência natural para atrair dois tipos de homens que se inserem nas seguintes categorias:

- Comprometidos

- Atrofiados

Os primeiros normalmente são homens casados, com relacões estáveis (ou aparentemente), a quererem fugir um bocadinho à realidade que têm dentro das suas casas, ou pura e simplesmente, como já ouvi de alguns, à procura de coisas diferentes, de novidades!

Os segundos, quase sempre são divorciados, alguns mesmo solteiros, mas com grandes deficiências ao nível da personalidade... Ou porque estão agarrados a relações passadas que não os deixam seguir, há aqueles que dizem uma verdade, e essa mesma verdade ao fim de 30 segundos passa a ser mentira, há ainda os outros, que do nada, se transformam em monstros silenciosos e evaporam-se sem mais conversa, enfim... Digam-me então se souberem... Será meu o problema??? Serei eu a culpada e mereço de facto ser condenada a "levar" com este tipo de gente? Eu volto a afirmar... Eu estou quietinha no meu canto, eu não me meto com ninguém...

 

Algumas pessoas dizem-me que sou uma "granda maluca", e sabem porquê? Porque sou bem disposta por natureza, porque não perco uma oportunidade de dizer uma graçola, porque gosto de me sentir viva, porque gosto que todos à minha volta também se sintam assim, porque tenho a necessidade de ser frontal e directa nos meus argumentos sem medo de que possa estar a ferir sensibilidades, porque gozo a vida com uma ligeireza que poucos possuem, porque vivo os meus dias desprendida de futilidades, porque adoro sexo, porque falo do tema com uma abertura que choca os demais, porque sou eu própria em todas as circunstâncias, porque quando ponho alguém dentro do meu coração e esse alguém quer sair eu não me oponho... Porque... São muitos os porquês que fazem de mim a mulher que eu sou... Isso é ser uma "granda maluca"? Eu não comprometo ninguém, posso até em algumas circunstâncias ter comprometido a felicidade de alguém, mas no final, o lado negativo das situações fica só e apenas para mim... Eu tenho o hábito de afirmar que todo o mal que tenho feito tem sido a mim própria! Como diz Martha Medeiros: "Não sei ser amiga pela metade... Não sei amar pela metade, não me sei dar pela metade!"

 

 

Estou...:
publicado por Sem voltar atrás... às 23:20

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